Oi, pessoal!
Antes de começar esse texto, preciso assumir (ou falar novamente) que eu não sei fazer resenhas! Não sei. Resenhas contam a história do livro com detalhes cuidadosos; detalhes que mesmo sendo detalhes não são spoilers. Eu não tenho uma boa memória. Eu leio o livro e, simplesmente, eu digo se gostei ou não e minha justificativa. Então, me perdoem!
Bom, sobre esse livro, já adianto: odiei. E acho que sou a única! Vejo muita gente comentando que o livro fala com alma e blá-blá-blá. Eu sou muito sem alma, então. Achei o livro tão mal escrito que até um analfabeto escreveria melhor (ok, exagerei).
O que me incomodou foi a incessante necessidade de juntarmos as peças. Para tudo há um limite, Jojo Moyes. Não é criando um enredo-labirinto que você vai fazer um livro cult. Eu me perdi incontáveis vezes enquanto lia. Não entendia nada e ficava com preguiça de voltar. Os diálogos são tão mal construídos que meu cérebro não matava a charada.
Mas, falando no enredo: a ideia é interessante. A mocinha do livro, cujo nome esqueci, é uma adúltera. Vive presa a um casamento infeliz. Mas não é só ela a errada, pois o marido também a trai. A ideia, repito, é interessante; mostra como são os relacionamentos de antigamente (1960) até os dias de hoje.
Entre uma cochilada e outra, um capítulo se torna interessante. A história entre Jennifer (lembrei o nome da mocinha) e Boot, seu amante, é muito bacana. Parece aqueles amores arrebatadores. E o final, como sempre, vocês não vão saber por mim, rs. Eu não gostei muito... mas, isso também não é novidade, rs rs.
Bom, se vocês quiserem ler, fiquem à vontade. Com certeza há muitas resenhas por aí dizendo maravilhas deste livro. Se você já leu e quer me contar sua opinião, comenta aqui.
Beijos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário